- Um doido varrido!
Estavam dois malucos pendurados numa árvore. De repente um cai e
o outro pergunta:
- Então, escorregastes?
- Não, ...caí de maduro!
Num manicómio, um indivíduo vai visitar um parente afastado e
aparece-lhe, ao fundo do corredor, um maluco com uma faca na mão.
O homem entra em pânico e começa a correr. O homem correu,
correu, até que chegou a um sítio onde não tinha mais saída.
O maluco encosta-lhe a faca ao pescoço e diz-lhe:
- Agora, ...tome lá a faca e corra você atrás de mim!
Um maluco quer espetar um prego numa parede para pendurar um
quadro, mas assenta a cabeça do prego na parede e bate com o
martelo no bico do prego.
Outro maluco que assiste á cena, grita-lhe:
-ÉS PARVO PÁ! Então não vês que esse prego é da parede ali da
frente?
No manicómio estão servindo o pequeno almoço.
Um dos loucos vira-se para a enfermeira e diz:
- Menina Florinda, pode dar-me um torrão de açcar?
- Mas eu já lhe dei seis!!!
- Pois é, mas derreteram-se todos!
Empoleirado numa escada comprida, um doido pinta uma parede do
manicómio e outro serve de ajudante, segurando a escada ao pintor.
A certa altura diz o ajudante para o pintor:
- Agarra-te bem à trincha que eu vou mudar a escada.
Dois loucos brincam de médico:
- Doutor, estou desesperado! Eu acho que sou três. Não sei mais o
que fazer...
- Calma! Deita aí que nós sete vamos resolver o caso!
Um indivíduo vai a entrar no emprego, num escritório, as 09h00 da
manhã, quando no passeio junto à porta vê um tipo de joelhos e
ouvido colado a uma tampa de saneamento. Já estava atrasado e não
se pôde debruçar mais sobre caso.
Já tinha esquecido a coisa, quando à hora de almoço sai e lá está o
mesmo fulano, exactamente na mesma posiço, de ouvido colado à
tampa. Ficou intrigado, mas a hora de almoço é curta e houve que
seguir.
No regresso, o mesmo. O tipo parecia que nem se tinha mexido. Mas
estavam a bater as duas e não deu para averiguar.
Às 6 vai a sair e quase tropeçava no outro: estático, ouvido colado à
tampa...
Não aguentou:
- Olhe lá, ó amigo...
- Ssshiuu! Diz-lhe o outro à pressa pondo o dedo à frente do nariz.
- Mas é que...
E o outro, aflito, fazia-lhe sinais para que baixasse a voz, e logo de
seguida para que o imitasse. Bem, só havia uma coisa a fazer: pôs-